sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Previdencia, rombo, FHC, PT, ditadura, maquiavel, facismo e fins justificam o meio.

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

"Falso Deus", estava escrito por ai,
Ninguém mais queria ver herói agir,
Todos odiavam os homens de colantes,
Haviam protestos até mesmos dos Atlantes.

"Homens acima da lei? Isso não é boa ideia"
Era dito na Grande Assembleia.
Enquanto isso, o mau obviamente dominava,
Mas, as pessoas preferiam se mergulhar em lava,
E assim, se iniciou um reinado de terror,
Onde terríveis vilões infligiam a dor.

Eles continuavam recusando seres dotados,
"Não aceitaremos métodos tão atrasados!"
Os vilões continuavam seu reino,
Eis que então aparece um gênio.
Um homem acha a maneira de deixar o mundo a salvo,
Ele sequer tinha nome de herói, era apenas o Calvo.

O Grande Designer ofereceu seu serviço,
"Um homem que se veste de morcego? Que desperdiço!"
"Vocês precisam de uma reformulação de marca"
"Avião? Isso não é legal, usem uma arca!"
"Me deixem administrar sua imagem"
"Após isso, não precisarão mais viver na margem"


Lú e o Designer.

Milênios atrás, ele fora expulso do céu,
Condenado antes mesmos de ser réu,
Se tornara símbolo de toda maldade,
Antagonista da verdade.
Seu nome atormentava crianças,
Suas presença aniquilava esperanças.

Nada que ele fizesse era sinônimo de bom,
Era obrigado a viver sem fazer som,
Ele sequer podia ter alguma cria,
Ou alguém para lhe acompanhar em uma noite fria.

Mas então, nosso herói apareceu,
Com sua arte, ele eliminou o breu.
Foi capaz de dar vida ao Inferno,
Moldou ao Diabo um belo terno.
Deu beleza ao desprezível,
Graças a ele, o mundo teve outro nível.

Sim, um designer gráfico reformulou o mau,
Deu ao pior ser um novo astral,
Seus serviços ilustrou a própria morte,
Iluminou àqueles que nasceram sem sorte.

"Olá Senhor Lú, tudo bem?
  Lhe encontro aqui hoje, no Além,
  Pois acho que posso lhe ofercer meus serviços
  Alma? Por favor, não me confunda com esses lixos,
  Eu vim lhe oferecer a chance de melhorar sua imagem"
 E a vida de Lúcifer mudou após esse ato de coragem.

segunda-feira, 17 de julho de 2017

rosa

Por alguns meses, ela fora a criatura mais bela,
Nenhuma alma viva via defeito nela,
Era uma clara filha do verão,
Uma rosa que despertava paixão.
Os dias eram ainda maiores,
Sua beleza regava as flores.
Mas, tudo mudou durante uma chuva de verão,
Onde ela vira e adotara a solidão.

Quando no outono ela perdera sua esperança,
Desistira do futuro, mesmo sendo uma criança.
Se percebera mergulhando no nada,
Estava viva, mas aquela ela a estação errada.

Em seguida veio o período mais frio,
No inverno ela perdera seu brilho,
Já não havia mais sol para a animar,
Estava desolada, sem nenhum lar.
A garota se vira sem qualquer alternativa,
Sequer conseguia se manter viva.

Ela se levantou apenas na primavera,
Se lembrou, subitamente, que essa é a sua era,
Se percebeu capaz de iluminar o mundo,
Uma flor que nascera no poço mais fundo.
Alguém que cresceria sob qualquer diversidade,
Uma deusa que não possuía validade.

Tanta chuva no passado a desabrochou,
Mas outrora seu mundo era regado por dor,
O que outrora eram espinhos, hoje são flores,
Em seu rosto está estampado todas as cores,
Uma beleza regada por anos de chuvas,
Força conquistada após sofrer em lutas.


quarta-feira, 7 de junho de 2017

Até há pouco o mundo era dos deuses,
Éramos refém de seus quereres,
Todos os dias buscávamos a melhor oração,
Lutávamos pelo melhor pedaço de pão.
Terminávamos os dias sem nada,
Tudo que tínhamos era um conto de fada.

Crônicas de um improvável herói,



domingo, 23 de abril de 2017

eeae meu bom

Me esquento pela última vez nesse sistema solar,
Pela última vez respiro nesse imenso pomar,
O espaço é um lugar sem cor,
Mas, em nossas terras já não nasce flor.

Até pouco tempo, esse era o paraíso,
Viver aqui era sinônimo de sorriso,
Mas, nós esgotamos todos os recursos,
O mundo sucumbiu a nossa vida de abusos.

Hoje a Terra nos expulsa,
Nos fez corpos avulsa,
Seremos lançados em rumo ao nada,
Esse será o fim do nosso conta de fada.

Por anos sobrevivemos com sorte,
Caminhávamos sem conhecer o norte,
Os números desejavam nosso sucesso,
Mas, hoje a natureza voltou a ter nexo,

Nosso mundo voltou a ser caótico,
Até mesmo o ar se tornou necrótico,
Já não podemos morar em nossas casas,
Infelizmente, em nós cresceram asas.

Logo, aceito o incerto como destino,
Abandono o meu título de menino,
Aceito essa viagem ao incerto,
E, como humano, volto a ser um feto.



quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Sinto o peso de cada ferida,
Sou guiado pela falta de saída,
Sofrendo de transtorno pós traumatico,
Agustiado com um passado trágico.

Desse campo de guerra, trazemos cicratrizes,
Estamos movidos por nossas crises,
Memórias de um lugar marcado pelo terror,
Em uma terra sem sol ou flor.

Mas, a cada sorrido, temos um fuutro,
Um pequeno e esperançoso sussurro,
Prolongamos nossa vida incerta,
Um novo sorriso se torna nossa meta.

Juntos, conhesguimos até sonhar,
Abandonarem o inferno, tocaremos o ar,
E então, viveremos com nosso passado,
Toleraremos os corpos ao nosso lado.
We don't wanna fight anymore,
We keeping losing in our on lore,
We don't pick that life,
But, tha war burn inside.

Every second is paiinfull,
Turn us in a band of fold,
We give up after everyday,
Lose our feith when we pray.

We lose our body,
Lost in ours story,
We can't sleep in the night,
Prisioners of our light.

We don't have desilusion about freedon,
we just don't want live for a nation
We are tired to be our son,
We want our own cause to stand for.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Meu sonho sempre fora ascender ao Olimpo,
Eternizar meu nome no infinito,
Nasci querendo segurar o universo,
Resumir a existência em um verso.
Ter cada rima fixada no futuro,
Ter meu rosto pichado em cada muro.

E então, você me apareceu,
Me tornou em um simples ateu,
Me fez desejar ser um humano,
Me fez desejar der um plano,
Eu quis me tornar um mundano.

Abandonei toda a eternidade,



terça-feira, 29 de novembro de 2016

Vocês foram abandonados pelo destino,
Mas, ainda sim, agarraram à um hino,
Foram postos no último plano da história,
Mas, insistiram e conquistaram vitória.

Vocês foram abandonados ao relento,
Mas, lutaram e dsafiaram até mesmo o tempo,
Distorceram a realidade,
Quebraram o silêncio e trouxeram alarde,
Conquistaram o mundo, mesmo sem recursos,
Tendo apenas o sangue que corria nos pulsos,

Vocês estavam no mais baixo dos planos,
Onde foram esquecidos pelos mundanos,
Nasceram presos em um labirinto,
Tudo que tinham era o instinto,
Mesmo quando tudo estavam contra vocês
Se levantaram, lutaram ate se tornarem reis,

Vocês conseguiram achar uma saída,
Alquimistas que transmutaram a própria vida,
Foram a esperança dos pobres coitados,
Venceram como se não carregassem fardos.
Quando ascenderam, se mostraram gigantes,
Se tornaram a referência dos iniciantes.

O futuro lembrará de como construíram asas,
Gerações se inspirarão por suas fardas,
Hoje, todo sonho virou pó,
Se perdem com os Guerreiros de Chapecó.


.



terça-feira, 8 de novembro de 2016

Me perdia na solidão dos poetas,
Na imensidão de todas minhas metas,
Era eu um fruto do niilismo,
Definido pelo sufixo ismo.
Usava uma fantasia de cético,
Mas, era apenas um sádico,

Criava um mundo solitário, e me divertia,
Fiz da realidade minha prórpia fantasia,
Um imigrante que não olhava os seus,
Um demônio que não sonhava com os céus.
Eu evitava mergulhar no inferno,
Recusava vestir o meu terno.
Lutei e recusei meu posto,
Fugi do meu próprio rosto.

Mas, agora, estou em meu caminho,
Voltei ao meu ninho,
Em minhas mãos está minha coroa,
Enquanto vejo o mundo pela proa,
Olho pra trás e vejo a destruição,
O fogo que consome uma nação,
As sequelas de minha proteção,
A minha última tentativa de ser são.


sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Minha função era acompanhar embarcações,
Tudo o que eu fazia era relatar tradições,
Relatava a vida em terras inexploradas,
Em minha cabeça estavam todos os mapas.
O mundo gritava pelo meu nome,
E eu era um pobre inocente com fome.

Tinha fome de vencer o vazio em meu peito,
Vontade de ter sonhos quando em meu leito,
Queria me encaixar em alguma nova civilização,
Encontrar meu lar em meio a imensidão,
Queria espalhar a igualdade em minhas palavras,
Mas, elas apenas davam utilidade às inúmeras clavas,

Minhas palavras eram sentenças de morte,
Junto com elas, acabavam toda sorte,
Textos mal escritos que incentivavam o ódio,
Colocava raças para disputar um pódio.
Meus poemas sentenciavam povos à escravidão,
Minhas rimas diziam quem estava vivendo em vão.
E tudo que eu tentava fazer, era escrever,
Quando menos vi, estava na TV, dizia quem era ser.

Hoje, meus textos estão manchados de sangue,
Eternizam minha participação em uma gangue,
Me fazem ser parte de toda essa escória,
Sou membro eterno da história,


Somos um ponto fixo no espaço tempo,
Separados, vivemos no tormento,
Juntos, nos livramos no Tártaro,
Separados, estivemos fardado, desde o parto.
Nossa punição é nos aturar,
Fazer no outro um lar.
Ou, continuaremos a nos perder,
Nunca seremos de fato um ser,
Viveremos para sempre sendo estrangeiros,
Se não nos prendermos,
Voltaremos a encarar carcereiros,
E aos poucos, nos perdermos.

As vezes, consigo viver com rimas sádicas,
Me contento com canções trágicas,
As torturas não afetam minha pele,
Até que o tempo me repele.
Me faz te encontrar novamente,
Coloca o futuro a nossa frente,
Me faz perceber todas essas cicatrizes,
Nos faz esquecer todas nossas crises.

O tempo se move por nós,
Torce para que fiquemos a sós,
Mas, não acreditamos em destino,
Por isso, nos separamos  sino.


Durante o dia, abuso de sua companhia,
Durante a noite, escrevo os versos que você me trouxe,
Mas, nas madrugadas, meus sonhos pesam toneladas.
Sou obrigado a dormir com cada fardo.
A minha cama, por ti, clama.
O mundo me tortura, recusa oferecer a cura.
Exige sua presença, me põe em decadência.
Estou proibido de sonhar, só me resta lhe eternizar.
Te incorporar em versos, em poemas desconexos.


terça-feira, 13 de setembro de 2016

Bom Dia, e no caso...

Bom dia, e caso não nos vejamos novamente...
Espalhe minha mensagem pra sua gente,
Não deixem que esqueçam do meu show,
Lembre-os que cresceram vendo o que sou.
Que adaptaram suas rotinas para me ver,
Que necessitavam da presença do meu ser.
Lembre-os que o mundo girou a minha volta,
Que todos serviam apenas como minha escolta.


Bom dia, e caso não nos vejamos novamente,
Lembre-se que eu fui o foco de sua lente,
Que sou o astro que permitiu o sucesso,
Que sem mim, a vida dos figurantes não teriam nexo,
Lembre-se que, sim, eu estava em uma prisão,
Mas, vocês giravam em torno do meu não.
Mesmo em suas grades, me tronei explorador,
Explorei seus sentimentos, me tornei a razão da dor.
Lembre-se que, mesmo chegando tarde, redescobri o mundo,
Que entrei na sua mente e implantei minha imagem lá no fundo.

Quando acordar e não meu ver, aproveite seu dia,
E veja que sem mim, sua vida é fria,
Agradeça por não termos as mesmas condições,
Pois, em seu mundo, eu receberia suas orações.
Bom dia, e caso não me veja novamente,
Agradeça pelo show que dei e, depois, siga em frente.


Good Morning, and in the case i don't see you again,
Well... Whithou my face, you have to acept the pain.


Bom Dia, e no caso...

Bom dia, e caso não nos vejamos novamente...
Espalhe minha mensagem pra sua gente,
Não deixem que esqueçam do meu show,
Lembre-os que cresceram vendo o que sou.
Que adaptaram suas rotinas para me ver,
Que necessitavam da presença do meu ser.
Lembre-os que o mundo girou a minha volta,
Que todos serviam apenas como minha escolta.

Bom dia, e caso não nos vejamos novamente,
Lembre-se que eu fui o foco de sua lente,
Que sou o astro que permitiu o sucesso,
Que sem mim, a vida dos figurantes não teriam nexo,
Lembre-se que, sim, eu estava em uma prisão,
Mas, vocês giravam em torno do meu não.
Mesmo em suas grades, me tronei explorador,
Explorei seus sentimentos, me tornei a razão da dor.
Lembre-se que, mesmo chegando tarde, redescobri o mundo,
Que entrei na sua mente e implantei minha imagem lá no fundo.

Quando acordar e não meu ver, aproveite seu dia,
E veja que sem mim, sua vida é fria,
Agradeça por não termos as mesmas condições,
Pois, em seu mundo, eu receberia suas orações.
Bom dia, e caso não me veja novamente,
Agradeça pelo show que dei e, depois, siga em frente.


Good Morning, and in the case i don't see you again,
Well... Whithou my face, you have to acept the pain.

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

sereia

Talvez simplesmente o fruto proibido,
Ou talvez o futuro completamente nítido,
Talvez, as perfeitas curvas de um corpo,
Ou talvez desviei a vista de um mundo morto.
Talvez, nada eu tenha visto, seja tudo ilusão,
Um herege que também tenta multiplicar o pão.

Quando utilizo os números, tudo fica incerto,
A alquimia imediatamente transmuta o concreto,
O raciocínio lógico me leva ao mais grave erro,
Sentimento que existe e não existe quando escrevo.
Me perco quando vou decifrar esse código morse,
As próprias probabilidades levam a crer em sorte.

Nem mesmos as palavras podem ser compreendidas,
De repente a dislexia aparece e as tornas clinas,
Se tornam desafiadoras, como o mais sádico psicopata,
Mas, ao mesmo tempo, informais, assim como uma carta.
Enfim, quando estou perto de decifrar,
Um código binário simplesmente toma lugar.

sábado, 6 de agosto de 2016

Crônicas de um antigo Deus. Parte 1

Nasci com sangue divino em minhas veias,
Totalmente indiferente às vidas alheias,
Mandava pragas aos que me ofendiam,
Fadava à burrice os que não me liam.
Eu era onipotente e intocável,
No inferno, meu ego se mostrou inflamável,
Não havia punição para meus atos,
Céu e inferno eram habitats natos.

Mas, eu conheci a Terra.
Vi o nascer de uma nova era.
Conheci um povo que me ensinou a rimar,
Que acolheu um deus arrogante em seu lar.
Lá fiquei sabendo que o Olimpo estava extinto,
Me contaram que o inferno sempre foi um mito.

Percebi que eu estava isolado,
No topo do mundo, vivendo igual retardado,
Esperando fé em uma crença morta,
No chão, sem saber que aquilo era a derrota.

Eu era apenas uma farsa,
Um ser sem nenhuma graça,
Mas, a Terra me acolheu.
Me ofereceu um novo eu.
Tive a oportunidade de existir novamente,
E pude, mais uma vez, ser um gigante.

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

He born in the death
Just because was deaf
Lived with fear to make fails
And put yourself in jail.

He never will listen any song
Because of that, hapiness can't be found,
He did not see the hell for a long,
Never know the pain around.

In the end of the day, he always cry,
Every hour is the end, without same "Hi"
One day he can listen something
But, that was the tear who keeping dropping since his ten.

He became blind,
He lost your mind,
He is a addict to sadness.
He born in the death
Just because was deaf
Lived with fear to fail
And put yourself in jail.

He never will listen any song
Because of that, hapiness can't be found,
He did not see the hell for a long,
Never know the pain around.

In the end of the day, he always cry,
Every hour is the end, without same "Hi"
One day he can listen something
But, that was the tear who keeping dropping since his ten.

He became blind,
He lost your mind,
He is a addict to sadness.