segunda-feira, 1 de agosto de 2016

He born in the death
Just because was deaf
Lived with fear to make fails
And put yourself in jail.

He never will listen any song
Because of that, hapiness can't be found,
He did not see the hell for a long,
Never know the pain around.

In the end of the day, he always cry,
Every hour is the end, without same "Hi"
One day he can listen something
But, that was the tear who keeping dropping since his ten.

He became blind,
He lost your mind,
He is a addict to sadness.
He born in the death
Just because was deaf
Lived with fear to fail
And put yourself in jail.

He never will listen any song
Because of that, hapiness can't be found,
He did not see the hell for a long,
Never know the pain around.

In the end of the day, he always cry,
Every hour is the end, without same "Hi"
One day he can listen something
But, that was the tear who keeping dropping since his ten.

He became blind,
He lost your mind,
He is a addict to sadness.
He born in the death
Just because was deaf
Lived with fear to make fails
And put yourself in jail.

He never will listen any song
Because of that, hapiness can't be found,
He did not see the hell for a long,
Never know the pain around.

In the end of the day, he always cry,
Every hour is the end, without same "Hi"
One day he can listen something
But, that was the tear who keeping dropping since his ten.

He became blind,
He lost your mind,
He is a addict to sadness.

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Rei

Uma vez, ouvi crônicas sobre um rei,
Um ser que se tornou a própria lei,
Um plebeu que se tornou exemplo,
Alguém que viveu sobre o relento.

Ele sabia viver sem nada,
Inspirava sem precisar de farda,
Teve uma vida marcada de certezas,
Fora sempre rico, mesmo fora da nobreza.

Ele podia citar cada pequena regra,
Sabia colocar cada rédea,
Logo se tornou o juri de cada charlatão,
Mostrava ao seu povo que arriscar era em vão.

Era o exemplo de todos os fracassados,
De todos os incapazes de tomarem lados,
Sua simplicidade encantava os preguiçosos,
Àqueles que não queriam fazer esforços,
Aos que tinham preguiça de pensar,
Aos que apenas queriam ficar em seu lar.

Logo, se tornou o pesadelo dos vagabundos,
Afinal, ele nasceu na merda, mas, nunca foi imundo.
Sua imagem ascendeu sobre os deuses,
Sua glória denominava os meses.

Conquistou o reino com trabalho duro,
Com suas próprias mãos, até construiu um muro,
Isolou seu povo do mundo primitivo,
Fez questão de reescrever cada livro.

E assim, um império caiu.
De repente, já não havia mais politica vil.
Um trabalhador trouxe a verdadeira paz,
E agora, na memória da plebe, uma canção jaz:

"Óh, todos salvem ao anjo caído,
Àquele que veio nos dar um futuro nítido,
Por nós, abdicou seu trono no paraíso,
Graças a ele, morremos com um sorriso."

terça-feira, 15 de março de 2016

Futuro, passado e presente se unem,
Realidades inteiras, de repente, ruem,
Um universo pessoal é criado,
Um colapso que destrói tudo ao nosso lado.

E então, cada segundo se despedaça,
Viramos protagonista de uma farsa,
Nesse lugar nós somos universais,
Aqui nossos pensamentos são formais.

Viramos o centro do universo,
Tudo além de nós fica imerso,
Uma vida inteira em nosso olhar,
Somos parte de cada raio solar.

Milhões de anos se passam por dia,
Porém, não temos porque temer a entropia,
Afinal, no nosso plano não existe tempo,
Sem leis da física, em nosso próprio momento.

Quando sairmos, não conheceremos o mundo,
Só saberemos que nada jamais será tão profundo,
Seremos astronautas buscando um novo planeta,
Um povo cujo o lar foi condenado por algum cometa,
Estaremos desacostumados com a gravidade,
Seremos estrangeiros na realidade.
Nunca mais veremos a vida da mesma maneira,
Tudo além de nós estará fadado à poeira,

Afinal, vivenciamos todo o cosmos,
Tivemos a eternidade para transformar o que somos.
Vivemos cada uma de nossas vidas paralelas,
Vimos a nossa existências em diferentes Terras.
E em cada uma delas, sempre terminávamos juntos,
O simples encontro de nossa olhar desdobra mundos.

Por isso, voltar será uma tortura,
Nada mais estará a nossa altura,
O comum será apenas escuridão,
Para nós, não bastará ser parte da criação.



segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Nasci e cresci infeliz,
vivi e morri, sempre por um triz.
Sorri e fingi, até mesmo no enterro.
Fiz e quis, evitando cada erro.

Mas, aqui estou, um triste fim,
Com rimas referentes apenas a mim,
"Aqui jaz um príncipe" está no caixão,
Um figura real, fadada solidão.

Minha calma diante a morte assusta,
Revejo uma história sem qualquer luta,
Sequer tive algum sonho outrora,
Pra mim não há antes, depois ou agora.

A dor talvez fosse melhor que o nada,
Como pode o nulo pesar essa tonelada?
A falta de pecados me trouxe ao inferno,
Um terrível tormento interno.

É irônico, pois até mesmo na morte,
Ajo como tivesse sorte,
Me forço a estar contente,
A felicidade é uma obrigação em minha mente.

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Essa dedico aos que não podem comemorar,
Que tentam, mas, ainda não chegaram lá.
Aos que buscam transcender a forma de homem,
Àqueles que se recusam viver com fome.

Seres que vagam entre dois planos,
Se aquecem ficando em baixo de panos,
O corpo é incapaz de produzir calor,
Todos já se afastaram diante o odor.

Cujo os corações já não batem,
Mas, as mentes também não partem,
Torturam seus corpos com a vida,
Deixam a morte menos nítida.

Por fim, ainda vivem e sentem,
Mas, já não querem ir em frente,
Distante de qualquer camada do paraíso,
Afundados em uma tonelada de lixo.

Para nós, eles são apenas gritos,
Desafinam enquanto esperam pelos mitos,
Desde cedo são íntimos da morte,
A única variável era a sorte,
Hoje, decompõem sobre o chão,
Ou quando muito, lamentam sobre o colchão.